Tipos de associações e alianças: Principais diferenças entre
alianças e associações; Alianças/associações internacionais;
Alianças/associações nacionais; Alianças/associações regionais;
Alianças/associações por diferentes tipos de áreas do direito
atendidas; Alianças/associações por diferentes tipos de clientes
atendidos; Alianças/associações para propiciar o atendimento de
contencioso e massa e de serviços de alto valor agregado;
Alianças/associações por diferentes localidades atendidas.
Níveis
de associação e aliança: Quais são os principais níveis de
associações e aliança e seus modelos de retribuição; Evolução em
direção à fusão: cuidados a serem tomados/montagem de modelos
diferenciados para que isto ocorra.
Formatos jurídicos das alianças e associações: Constituição de
associações sem fins lucrativos; Constituição de outras sociedades
de advogados; Constituição de contratos de associação entre
diferentes sociedades; Tributação; Organização.
Integração: O que passa a ocorrer de forma integrada, de acordo com
cada modelo; O que continua a ser plenamente independente, de acordo
com cada modelo; Reduções de custo em decorrência da nova
estruturação;
A
publicidade dos serviços: Quais tipos e meios de publicidade podem
ser feitos considerando o regramento ético da advocacia;
Quebras
de alianças: Principais fatores de quebras - e como evitá-los;
Reorganização após a quebra da aliança; O que deve ser estipulado
pelas partes antes da aliança considerando a possibilidade futura de
quebra.
Um
seminário realizado pela Central
Prática (www.centralpratica.com.br).
Com o
elevado custo atribuído ao setor de TI, torna-se comum a escolha por
uma solução considerando-se primordialmente os produtos entregues
dentro do prazo, do orçamento ou conforme as especificações.
Entretanto, qualquer solução tecnológica, geradora de receita ou
não, deve ser avaliada pelas contribuições de negócio e pelos
resultados organizacionais que produz ou pode promover, sejam
tangíveis ou intangíveis permitindo, dessa forma, a comprovação do
valor do investimento realizado. Tal valor precisa ser justificado a
empresa, colaboradores e acionistas.
OBJETIVO
Este treinamento, de dois dias, voltado especificamente para área de
TI, visa apresentar um modelo, sistematizado e confiável, de
mensuração e avaliação de Impacto e Retorno sobre Investimento,
mundialmente conhecido e utilizado, que funciona não apenas como
ferramenta de mensuração, mas principalmente como ferramenta de
gestão estratégica, equilibrando simplicidade, credibilidade e
confiabilidade, além de viabilizar a comprovação de resultados
financeiros, ou não, com transparência e responsabilidade.
METODOLOGIA Mesclando exposições teóricas e práticas, o treinamento
auxiliará gestores e líderes de projetos de TI a compreenderem como
e por que é tão importante mensurar e avaliar o impacto de seus
projetos evidenciando a real contribuição para a organização e
respectivos objetivos de negócio
promovido por Canal Executivo em São Paulo nos dias 13 e 14 de novembro de 2007.
Este treinamento visa proporcionar aos participantes a possibilidade de discutir e analisar como os negócios das empresas podem ser afetados pelos riscos ambientais inerentes a empreendimentos industriais ou não. Financiamento de novos empreendimentos ou ampliação de existentes deve considerar a presença de passivos ambientais associados com operações passadas ou atuais, dificuldades de licenciamento, demandas de partes interessadas e a responsabilidade sócio-ambiental do financiador. Além disso, saiba como o atendimento destas demandas pode impactar na análise e concessão de crédito em operações de project finance .
promovido por Canal Executivo e realizado em São Paulo nos dias 8 e 9 de novembro de 2007.
PROGRAMA: Introdução - Paradigmas sobre gestão de projetos - Origens dos Projetos - Produto, Projeto e Gerenciamento - Ciclo de vida de projetos - Stakeholders (Interessados) - PMO – Project Management Office - Estruturas Organizacionais - PMBOK® - Restrições e Premissas - Triple Constraint (Tripla Restrição) - Áreas de Expertise - Grupo de Processos - Interação entre os Processos - Áreas de Conhecimento conforme PMBOK® - Processos - Matriz de Grupos de Processos e Áreas de Conhecimento
Processo de Iniciação - Desenvolver o Termo de Abertura do Projeto - Desenvolver a Declaração do Escopo Preliminar do Projeto
Processo de Planejamento - Planejamento do Escopo - Definição do Escopo - Criar o EAP (WBS) - Planejamento das Comunicações - Definição das Atividades - Estimativa de Recursos da Atividade - Planejamento de Recursos Humanos - Seqüenciamento de Atividades - Estimativa de Duração da Atividade - Estimativas de Custos - Planejamento da qualidade - Planejamento do Gerenciamento de Riscos - Identificação de Riscos - Análise Qualitativa de Riscos - Análise Quantitativa de Riscos - Planejamento de Respostas a Riscos - Planejar Compras e Aquisições - Planejar Contratações - Desenvolvimento do Cronograma - Orçamentação - Desenvolver o Plano de Gerenciamento do Projeto
Processo de Execução - Orientar e Gerenciar a Execução do Projeto - Contratar ou Mobilizar a equipe do Projeto - Desenvolver a Equipe do Projeto - Distribuição das Informações - Solicitar Respostas de fornecedores - Selecionar Fornecedores - Realizar a Garantia da Qualidade
Processo de Controle - Gerenciar a Equipe do Projeto - Administração de Contratos - Verificação de Escopo - Relatório de Desempenho - Gerenciar as Partes Interessadas (Stakeholders) - Monitorar e Controlar o Trabalho do Projeto - Controle Integrado de Mudanças - Controle do Escopo - Controle do Cronograma - Controle de Custos - Realizar o Controle da Qualidade - Monitoramento e Controle de Riscos
Processo de Encerramento - Encerramento do Contrato - Encerrar o Projeto
Exercícios Práticos - Elaborar o “Project Charter” - Elaborar a Declaração de Escopo - Elaborar o WBS - Detalhar Atividades do Projeto - Criar o Organograma e a Matriz de Responsabilidades - Fazer Seqüência das Atividades - Estimar a Duração das Atividades - Elaborar o Registro de Riscos - Elaborar a Rede do Projeto - Resolver Exercício de Diagrama PDM - Resolver Exercício – EVA
promovido por Canal Executivo em São Paulo nos dias 29 e 30 de outubro de 2007.
MÓDULO I - Por que portais corporativos estão em evidência?
- Nova era, novas demandas – novas soluções - Pesquisas sobre o uso de portais no mundo - Em primeira mão: IMP-Brasil 2007 (resultados da terceira edição da pesquisa sobre o Índice de Maturidade dos Portais Corporativos no Brasil) - Em primeira mão: dados preliminares da pesquisa sobre portais nas 1000 maiores empresas do país, em parceria com a PUC-RS
MÓDULO II - Portais Corporativos e Gestão do Conhecimento
- Por que eles estão relacionados? - Qual a diferença entre as gerações de intranet e os portais corporativos do conhecimento? - Gestão da Informação x Gestão do Conhecimento -Explícito x Tácito: uma abordagem prática para enxergar onde conteúdos e colaboração se complementam
MÓDULO III - Fatores críticos de sucesso – elementos fundamentais
- Portais muito além de TI - Como estruturar e recuperar? – Arquitetura e Taxonomia - Como dar dinamismo? – Gestão de conteúdo - Como dar sustentabilidade a longo prazo? – Governança - Como reduzir a overdose e fomentar a Gestão do Conhecimento – Arquitetura da Participação e Personalização
MÓDULO IV - Um olhar sobre as tecnologias
- Publicador de Conteúdo x Gestor de Conteúdo x Suíte de Portal Corporativo - Ferramenta de Portal x Suíte de Portal - Metodologia básica para escolha de ferramentas - Visão dos principais players do Quadrante Mágico do Gartner (WebSphere/IBM, Sap Portal + Netweaver/SAP, Sharepoint 2007/MS, Oracle Portal + WebCenter/Oracle) - Portais e SOA
MÓDULO V - Fazendo acontecer – diagnóstico e planejamento
- Partindo de uma visão macro e sistêmica - Dinâmica prática: construção, em grupos, de um plano de projeto - Apresentando a Metodologia SIM+ (Sistêmica, Integrada e Modular), voltada para construção de portais corporativos - Alinhamento estratégico é o nome do jogo - A arte e a ciência de definir a versão inicial – técnica de priorização - Framework: Etapas, Atividades e artefatos - Web 2.0 no mundo corporativo: desenvolvendo a “arte do controle” - Cases de sucesso
CERTIFICADO EXPEDIDO PELA FECAP - FUNDAÇÃO ESCOLA DE COMÉRCIO ÁLVARES PENTEADO
PROGRAMA
MÓDULO 1 - Tecnologia x Direito do Trabalho – Como proceder sem gerar riscos na relação empregatícia. Princípios do Direito do Trabalho aplicados à Tecnologia; Onde a segurança da informação e o direito do trabalho convergem? A demissão por justa causa, a CLT e os Tribunais; Impacto do Direito do Trabalho nos Instrumentos de Segurança; Privacidade em ambiente corporativo existe? Viabilidade e riscos jurídicos da monitoração de e-mails; Adequação dos contratos de trabalho; Regulamentos de segurança e Termos de Uso: como preparar os documentos que são pilares essenciais para a SI; Como conscientizar, educar e treinar; Posicionamento jurisprudencial moderno.
MÓDULO 2 - Responsabilidades Civis e Riscos Inerentes. Conceitos de responsabilidade civil: culpa in eligendo, in vigilando, in contraendo e in omitendo; Responsabilidade civil das empresas e seus funcionários; Descaracterização da responsabilidade civil das empresas na utilização indevida dos seus equipamentos; Danos Morais e Materiais; Conteúdo do Site Corporativo; Direitos Autorais e a Internet; Direito do Consumidor; Direito de Regresso; Modalidades de contratos eletrônicos; Assinatura Digital e a ICP Brasil; Validade jurídica do documento eletrônico; Meios de proteção ao capital intelectual da empresa; Projetos de lei e tendências.
MÓDULO 3 - Responsabilidade Penal na Informática: Vítimas ou Criminosos em Ambiente Virtual? Conceitos e definições penais no mundo virtual; A tipificação penal de condutas – condutas mais comuns; Legislação aplicável; Fraudes eletrônicas e procedimentos de segurança em Internet Banking; Crimes contra o patrimônio; Crimes contra a honra; Crimes contra a propriedade imaterial; Crimes contra a liberdade individual; Pedofilia na rede; Prova e Perícia eletrônica: o desafio da preservação adequada; Direito comparado.
Este curso foi realizado por BRASILIANO & ASSOCIADOS - telefone (11) 5514-7569 ou (11) 5514-7555.
Apresentar as habilidades necessárias para a gestão do Departamento Jurídico das empresas. Identificar as estruturas adequadas do setor. Destacar mecanismos e ferramentas práticas de administração para soluções produtivas.
Metodologia
O treinamento será desenvolvido basicamente por meio da exposição de conceitos e exemplos de casos, com discussão e debates, estimulando a troca de experiências dos participantes.
Público-Alvo
Diretores, superintendentes, gerentes e consultores jurídicos, bem como advogados, controladores, auditores e administradores de empresas e escritórios de advocacia.
Benefícios em participar deste treinamento
• Conheça os principais modelos de estratégias de gestão dos departamentos jurídicos de grandes empresas. • Descubra as competências necessárias para o desempenho das funções gerenciais do setor. • Defina as ferramentas de gestão mais úteis para aplicação em seu segmento.
PROGRAMA
Módulo 01 - A Evolução Estratégica do Departamento Jurídico;
Módulo 02 - Expectativas dos acionistas e da alta administração quanto ao Departamento Jurídico;
Módulo 03 - Alinhamento da gestão do Departamento Jurídico às estratégias organizacionais;
Módulo 04 - Planejamento Estratégico do Departamento Jurídico;
Módulo 05 - Estabelecimento de metas e indicadores de desempenho;
Módulo 06 - Marketing jurídico para clientes internos e externos;
Módulo 07 - A gestão do conhecimento como forma de interação, aprimoramento e ganho de produtividade;
Módulo 08 - Formas de utilização de Ferramentas Tecnológicas para aumento de eficiência do setor;
Módulo 09 - Aspectos críticos na contratação e no acompanhamento de escritórios terceirizados.
Apresentar aos participantes uma visão gerencial, compreender o processo da análise financeira e saber avaliar previamente o impacto das suas decisões nos resultados da empresa. Visualizar formas e procedimentos utilizados para apresentar os demonstrativos financeiros e oportunidades para uma correta interpretação da situação econômica e financeira de suas organizações.
Público Alvo:
Diretor, gerente, contador, coordenador, gerente executivo, gestor, supervisor, consultor, técnico contábil, administrador e auditor Areas: Administrativo, RH, planejamento estratégico, controle e gestão, operações, relação com o mercado, negócios, relação com investidores, desenvolvimento organizacional, riscos, governança corporativa, controles internos, auditoria e contabilidade
Metodologia:
IDENTIFICAR por meio de exemplos práticos, a estrutura, objetivos e benefícios da área de controladoria em uma organização; DEBATER e analisar os impactos de uma correta gestão financeira e a contabilidade como ferramenta de decisão e controle; FORNECER uma visão gerencial da aplicabilidade prática dos conceitos de controladoria nas organizações; VISUALIZAR principais benefícios gerados pela contabilidade.
Aspectos jurídicos das transações eletrônicas no comércio eletrônico brasileiro atual e os reflexos nos negócios das corporações - Renato Lacerda de Lima Gonçalves Sócio Zancaner e Lima Gonçalves Advogados
Regulamentação da tributação dos negócios realizados via internet. Os projetos e-GOV e o atual cenário dos crimes cibernéticos no Brasil e no mundo - Coriolano Aurélio de Almeida Camargo Sócio Almeida Camargo Advogados
Os Tribunais e o Comércio Eletrônico - Renato Ópice Blum Sócio Ópice Blum Advodagos Associados
Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor nas compras feitas via internet e os reflexos na parceria entre fornecedores e clientes - Robson Zanetti Sócio-Diretor Robson Zanetti Advogados Associados
A questão legal do cumprimento e validade dos contratos de e-procurement com foco no fornecedor - Patrícia Peck Sócia-Diretora PPP Advogados
Análise dos aspectos penais em casos de violação da Lei que favorece as transações eletrônicas - Fábio Camata Candello Advogado Emerenciano Baggio e Associados
A importância da nota fiscal eletrônica e todas as implicações no comércio eletrônico - Ludovino Lopes, Vice-Presidente de Finanças Câmara E-Net Sócio Menezes e Lopes Advogados & Raquel Marcos Sócia Menezes e Lopes Advogados
Visão Geral do Gerenciamento • Conceitos básicos • Processos de Gerenciamento de Projetos • O que é o PMBoK e o PMI
Teoria e Prática para iniciar um Projeto • Surgimento – origens e formas • Constituição do Gerente do Projeto e seu time • Estudo de necessidades, premissas, restrições e riscos • Project Charter
Teoria e Prática de Planejamento do Projeto • Plano de Escopo • Plano de Tempo • Plano de Custos • Plano de Qualidade • Plano de Recursos Humanos • Plano de Comunicação • Plano de Riscos • Plano de Contratação e Suprimentos • Utilização de ferramentas de planejamento
Teoria e Prática de Execução e Controle do Plano • Execução do Plano do Projeto • Mudanças de Escopo • Relatórios de Progresso • Reuniões de gestão, acompanhamento e tomadas de decisão • Respostas aos riscos • O uso de ferramentas para execução e controle
Teoria e Prática de Encerramento do Plano • Análise dos Documentos • Análise das Lições Aprendidas • Aceite final do projeto • Elaboração do relatório de encerramento do projeto • Armazenamento dos dados e documentação de projeto
promovido por Canal Executivo e realizado em São Paulo nos dias 02 e 03 de agosto de 2007.
Introdução
- Métodos de Avaliação - Aplicabilidade e Limitações
Avaliação pelo Método do Fluxo de Caixa Descontado
- Projeções - Prazo de Projeção - Receitas - Custos e Despesas - Investimentos e Depreciação - Tributação - O Método de Fluxo de Caixa Descontado - Fluxo de Caixa Livre para a Empresa - Fluxo de Caixa Livre para o Acionista - Valor Residual - Perpetuidade - Anuidade - Múltiplos - Valor de Liquidação - Projeções em Moeda Constante ou Nominal - Definição do Valor
Custo de Capital
- O Custo de Capital - CAPM – Capital Asset Pricing Model - CAPM em Mercados Emergentes - CAPM para Empresa de Capital Fechado - Definições de Indicadores - Taxa Livre de Risco - Retorno de Mercado - Beta - Risco País - Outros Riscos - Betas Puros e Alavancados - Custo do Capital de Terceiros - WACC - Custo Médio Ponderado de Capital - Limitações do CAPM
Avaliação Relativa ou Por Múltiplos
- Empresas Comparáveis - Múltiplos de Mercado Acionário - Múltiplos de Transações Comparáveis - Vantagens da Avaliação por Múltiplos - Desvantagens da Avaliação por Múltiplos - Múltiplos versus Fluxo de Caixa Descontado
Caso Prático
Simulações de Monte Carlo
- Apresentação das Técnicas Essenciais de Análise de Riscos
- Apresentação da Técnica de Simulação de Monte Carlo
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) é apoiador oficial do seminário E-Procurement realizado em São Paulo nos dias 26 e 26 de julho de 2007 pelo Institute for International Research.Recomendação Perito
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil)apoiou a realização do seminário FISCO ONLINE, promovido por Unicorp.
APRESENTAÇÃO
A busca por uma maior eficácia na gestão tributária envolvendo empresas e Órgãos Públicos, resultou na criação do Sistema Publico de Escrituração Digital (SPED), que visa acesso imediato às informações de natureza fiscal, desobrigando os contribuintes a gerar inúmeros formulários. Tendo em vista essa necessidade, nasce a NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), cujo implantação visa a emissão em documentos digitais com validade jurídica garantida dos dados antes emitidos em papel.
PÚBLICO ALVO
- Executivos - Auditores - Gestores Financeiros e Contábeis - Responsáveis pela escrituração fiscal - Responsável pelas Áreas Jurídicas e Legais - Gestores de Supply Chain - Empresas fornecedoras de ERP´s, Certificações Digitais e Tecnologia - Profissionais que desejam agregar mais conhecimentos sobre o assunto
BENEFÍCIOS
- Aprenda com empresas que já utilizam a NF-e, através de seus cases de sucesso - Alie conhecimento com a otimização de processos e tempo. - Entenda a relação custo-benefício do projeto NF-e - Descubra caminhos para compreender e viabilizar essa nova ferramenta - Compreenda as estratégias para área de supply chain - Aumente a sua rede de network e amplie seu conhecimento com os melhores players do mercado
PROGRAMAÇÃO
Estratégias e Tecnologias para Prevenção Contra Fraudes e Ações para Combate a Criminosos Digitais e Lavagem de Dinheiro
Sérgio Kulikovski
Presidente
CERTISIGN
Estratégias de Planejamento Tributário, Tendo em Vista o SPED - Sistema Público de Escrituração Digital: NF-e, Escrituração Contábil Eletrônica e Escrituração Fiscal Eletrônica
Marcelo Natale
Sócio da Área de Consultoria Tributária
DELOITTE
Estratégias de Planejamento Tributário, Tendo em Vista o SPED - Sistema Público de Escrituração Digital: NF-e, Escrituração Contábil Eletrônica e Escrituração Fiscal Eletrônica
José Roberto Pisani
Sócio da Área Fiscal
PINHEIRO NETO ADVOGADOS
O Processo de Implantação da Nota Fiscal Eletrônica nas Concessionárias de Serviços Públicos: Estratégias de Mobilização dos Usuários, Etapas para Implantação, Esforços e Investimentos em Gestão de Processos e Tecnologia
Victor Kodja
Diretor de Gestão Comercial
AES ELETROPAULO
* Programa sujeito a alterações
Evento realizado por Unicorpcom apoio do Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil)Recomendação Perito
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) é apoiador oficial do workshop FRAUDES E CRIMES DIGITAIS promovido por ClienteSA e que será realizado em São Paulo no dia 08 de março de 2007.
Apesar de todos os problemas de desigualdade social e, conseqüentemente, de inclusão digital, o Brasil já é o décimo País em número de internautas do mundo, com 26 milhões de pessoas conectadas à rede mundial de computadores. Os números se refletem no comércio eletrônico. As vendas feitas pela Internet no primeiro semestre de 2006 chegaram a R$ 1,75 bilhão, resultando em aumento de 79% em relação ao mesmo período do ano anterior. Porém, esse mercado ainda esbarra num grande problema: falta de segurança. Enquanto o mercado de soluções em TI destaca os avanços no desenvolvimento da convergência digital, por outro lado os crimes corporativos e as fraudes eletrônicas ainda são uns desafios para as corporações.
Para debater o assunto, a Conference ClienteSA inicia 2007 promovendo o workshop "Fraudes e Crimes Digitais - Cartões, meios de pagamentos e transações eletrônicas". Marcado para o dia 8 de março, a conferência tem como finalidade apresentar e trazer para discussão as melhores práticas em segurança digital. O evento está direcionado para permitir aos participantes o contato com as últimas tendências em prevenção de fraudes. Os painéis serão apresentados por conferencistas de empresas renomadas.
"Com o crescimento cada vez maior dos consumidores virtuais, é muito importante que os internautas saibam diferenciar e-mails falsos, promoções mirabolantes, vale-compras enganosos, entre outros. As fraudes financeiras na Internet têm crescido expressivamente de acordo com alguns estudos publicados recentemente. Esses fraudadores são muito criativos, a onda agora é o "spoof mails" chegam aos usuários sem serem solicitados e pedem informações pessoais, como o número de cartão de crédito, ou documentos e senhas de seguranças, ou ainda, são usados para passar informações errôneas aos destinatários. Estas mensagens aparentam ser enviadas por conhecidas empresas e, para inspirar confiança nos usuários, utilizam os mesmos tipos de gráficos e desenhos. Usualmente, contém links que levam a web sites falsos, que imitam o aspecto dos verdadeiros, e solicitam informações pessoais", explica Diogo Pastori, senior project manager da Conference ClienteSA.
De acordo com Diogo, é justamente com o aumento da demanda do comércio eletrônico que os invasores aproveitam da movimentação no comércio eletrônico para confundir o consumidor e roubar os dados confidenciais como números de documentos, cartões de crédito e senhas. "Enfim, neste evento você terá as totais condições de se prevenir contra esses fraudadores, para que você ou sua empresa não seja a próxima vítima", completa.
O workshop abordará entre outros tópicos: a análise da legislação e avaliação das causas das fraudes eletrônicas relatadas pelas instituições financeiras e empresas comerciais; o conhecimento dos avanços tecnológicos e os principais investimentos que serão utilizados pelas instituições financeiras; o crime organizado no mundo corporativo; além do perfil do fraudador e das fraudes. O evento mostrará também como prevenir, enquadrar, investigar e utilizar judicialmente o resultado de uma investigação digital para punir os devidos responsáveis.
O curso tem o objetivo de apresentar e discutir aspectos conceituais e práticos sobre os riscos digitais crescentes que tendem a subjugar a sociedade moderna. Analisar distintos cenários empresariais e pessoais identificando os riscos tecnológicos e vislumbrando linhas defensivas. Delinear princípios da ciência forense. Estudar procedimentos e recursos tecnológicos empregados na investigação de ilícitos. Avaliar acertos e os erros ocorridos em análises forenses e estudo de casos.
PÚBLICO ALVO
Dirigentes de empresas, gerentes, juízes, advogados, peritos, analistas, investigadores, gerentes, coordenadores de segurança, auditores e consultores que precisam saber avaliar e ter desenvoltura ao lidar com os conflitos e confrontos inerentes aos fatos de natureza tecnológica.
PROFESSORES
Dra. Camilla do Vale Jimene
Perito Giuliano Giova
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Os Tribunais, a Prova Digital e a Segurança da Informação: Perícia e Prova Eletrônica; Preservação, Privacidade, Responsabilidade Civil e Crimes Eletrônicos; Regulamentos Internos de Segurança da Informação e o Monitoramento de E-mails e atividades em sistemas; Concorrência Desleal; A atividade do perito e a lei processual.
2. Riscos e conflitos tecnológicos atuais e futuros na Sociedade Eletrônica.
3. A Ciência Forense, Propósitos da Investigação Pericial, Sobre Evidências Eletrônicas e Indícios, Prova e Perícia Eletrônica, Objetivos da Perícia, Quais são as Informações Relevantes?, Exame dos Fatos, Quesitos, Pareceres e Laudos Periciais.
4. A prática da Investigação Forense parte 1: Procedimentos e Recursos Tecnológicos Empregados na Detecção e Investigação de Ilícitos.
5. A prática da Investigação Forense parte 2: Estudo de casos. Avaliação de Erros e Acertos.
Diante da evolução dos serviços bancários por meio de dispositivos móveis, a IBC realizará a conferência "Mobilidade para Instituições Financeiras", que tem como objetivo reunir os executivos envolvidos neste processo das instituições e apresentar estratégias de implantação, gestão e desenvolvimento de canais móveis. Confira a agenda completa!
• Mobile Banking
• Mobile Payment
• Mobile Token
• Aplicação de Mobilidade para Força de Vendas
• Segurança e Prevenção a Riscos
• Convergência de Tecnologia
Com as participações confirmadas de:
BANCO DO BRASIL, CITIBANK, ITAÚ, BRASIL TELECOM, CLARO, FEBRABAN, HSBC BANK BRASIL, OI, PAGGO, SANTANDER BANESPA, TIM
B2BR, VERTICAL FINANÇAS, VIVO, YAVOX LATIN AMERICA, ACCENTURE e EVERMOBILE/ EVERSYSTEMS
Reduza Custos Operacionais com Soluções de Ativo Valor Agregado de Mobilidade para Inst. Financeiras Ofereça Serviços Móveis Seguros, Confiáveis e com Efetiva Usabilidade
Abrangeu experiências com profissionais palestrantes das empresas: Visanet, GE Corporate, Petrobrás, Gol Linhas Aéreas, General Motors, HSBC, Unibanco, IBM Fidelity, ISSA, B2B Magazine, Fiat do Brasil, Isaca, Editora Abril, ABES, Camara-e.net, DRII, Pfizer, Videolar.com, Magazine Luiza e Opice Blum Advogados Associados.
O Papel de um CSO no contexto das empresas brasileiras
As Políticas de Segurança da Informação e Compliance em ambientes corporativos
Tecnologia WiFi: sua utilização com segurança nas corporações
Os casos de Fraudes, Ataques, Vírus, Phishing, Spams e as formas de prevenção às novas ameaças
Certificação Digital: segurança na Transação de Informações
Auditoria: melhorias para os processos de segurança da informação
Participe também dos 4 Workshops exclusivos:
Workshop Sox: sox e suas implicações na certificação de empresas brasileiras.
Workshop Legislação: os tribunais e a segurança da informação: como está a legislação brasileira para combate de crimes que envolvam o tráfego de informações internas e externas das empresas.
Workshop Cobit: o cobit security baseline e a harmonização com a segurança da informação: compreendendo o que são e quais as principais vantagens em se adotar esta ferramenta.
Workshop Disaster Recovery: disaster recovery: compreendendo o impacto de situações de emergência sobre a segurança da informação.
O curso tem o objetivo de apresentar e discutir aspectos conceituais e práticos sobre os riscos digitais crescentes que tendem a subjugar a sociedade moderna. Analisar distintos cenários empresariais e pessoais identificando os riscos tecnológicos e vislumbrando linhas defensivas. Delinear princípios da ciência forense. Estudar procedimentos e recursos tecnológicos empregados na investigação de ilícitos. Avaliar acertos e os erros ocorridos em análises forenses e estudo de casos.
PÚBLICO ALVO
Dirigentes de empresas, gerentes, juízes, advogados, peritos, analistas, investigadores, gerentes, coordenadores de segurança, auditores e consultores que precisam saber avaliar e ter desenvoltura ao lidar com os conflitos e confrontos inerentes aos fatos de natureza tecnológica.
PROFESSORES
Dra. Camilla do Vale Jimene
Perito Giuliano Giova
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Os Tribunais, a Prova Digital e a Segurança da Informação: Perícia e Prova Eletrônica; Preservação, Privacidade, Responsabilidade Civil e Crimes Eletrônicos; Regulamentos Internos de Segurança da Informação e o Monitoramento de E-mails e atividades em sistemas; Concorrência Desleal; A atividade do perito e a lei processual.
2. Riscos e conflitos tecnológicos atuais e futuros na Sociedade Eletrônica.
3. A Ciência Forense, Propósitos da Investigação Pericial, Sobre Evidências Eletrônicas e Indícios, Prova e Perícia Eletrônica, Objetivos da Perícia, Quais são as Informações Relevantes?, Exame dos Fatos, Quesitos, Pareceres e Laudos Periciais.
4. A prática da Investigação Forense parte 1: Procedimentos e Recursos Tecnológicos Empregados na Detecção e Investigação de Ilícitos.
5. A prática da Investigação Forense parte 2: Estudo de casos. Avaliação de Erros e Acertos.
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) apoiou e ministrou parte do curso de extensão universitária Master Business Investigation & Fraud, que visa especializar e capacitar profissionais, atualizando-os no campo de técnica de investigação empresarial, desenvolvendo um visão crítica e objetiva de investigação. Certificado expedido pela Fecap.
Disciplinas
1. Taxionomia das Fraudes Empresariais: Conceito e definição de fraudes; panorama mundial e brasileiro sobre fraudes, controles internos e gerenciamento de riscos, lógica do fraudador (modus operandi); metodologia para identificar fatores de risco em processos empresariais, relação de causa e efeito; metodologia para elaborar a matriz de impactos cruzados.
2. Inteligência e Investigação Empresarial: conceito e fundamentos da inteligência empresarial, tipos, metodologia para elaborar uma investigação (definição do problema, avaliação da situação atual, elaboração de hipóteses, estabelecimento de plano de ação). Metodologia para coleta e análise de informações, técnica de observação e vigilância, emprego tático de equipamentos utilizados em investigações empresariais, técnicas de background check para investigações de recursos humanos.
3. Técnicas de Entrevista: Conceito, emprego, objetivos, tipo, diferença entre entrevista e interrogatório, conceito de mentira e dissimulação. Perguntas: Conceito, objetivo, tipos, estratégias e técnicas para formulação. Sinais Suspeitos: Análise da linguagem corporal, comunicação verbal e não verbal. Análise Transacional: Conceito, estado de ego, tipos de conceito, transação. Técnicas de Indução: Tipos, estratégias e técnicas. Ferramentas de Entrevistas: Estratégia, método, cenários e ferramentas (detectores de mentiras, teste de integridade, entre outros). Exercício Prático: Dinâmica de grupo com exibição de filme.
4. Ferramentas de TI para Apoio na Investigação: Utilização de banco de dados e softwares de apoio para cruzamento de dados, ferramentas de geoprocessamento.
5. Ética e Noções de Direito: Conceito e definição de ética empresarial, noções de direito penal, processual, constitucional e civil.
6. Direito Eletrônico e Perícia: Os Tribunais, a Prova digital e a Segurança da Informação: Crimes eletrônicos: conceito, definição, regulamentos internos de segurança da informação; Perícia e Prova eletrônica; Preservação, Privacidade e Responsabilidade Civil; Concorrência desleal; a atividade do perito e a lei processual. Riscos e conflitos tecnológicos e futuros na Sociedade Eletrônica. Ciência Forense: Propósitos da Investigação Pericial; Evidências eletrônicas e Indícios; Prova e perícia eletrônica: objetivos, informações relevantes, exame dos fatos, quesitos, pareceres e laudos periciais. Prática da Investigação Forense: Procedimentos e Recursos tecnológicos empregados na detecção e investigação de ilícitos. Aplicação Prática da Investigação Forense: Estudos de Caso, Exercícios práticos, avaliação de erros e acertos.
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) é uma das entidades que apoiou a realização do curso de extensão universitária PROJECT ELECTRONIC SECURITY - PES CURSO AVANÇADO EM SEGURANCA ELETRÔNICA, quevisa proporcionar a elaboração de plano tático e técnico com uma visão atual da integração de sistemas eletrônicos de alarmes de intrusão, incêndio, CFTV, controle de acesso e automação predial, bem como as várias tipologias de rede, proporcionando o domínio da técnica e conhecimento do emprego dos sistemas integrados de segurança, assim como descreve a metodologia de seu planejamento e avaliação.O curso avançado em segurança eletrônica é um mergulho no estudo de casos de forma integrada, com troca de idéias e experiências. Com profissionais altamente qualificados no que tange o assunto de tecnologia em segurança
.
PROGRAMA
MÓDULO I PLANEJAMENTO Conceito; Tipo de projeto e plano em segurança; Análise de risco; Relação custo x benefício.
MÓDULO II CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO E DIGITALIZAÇÃO DE IMAGENS Definição do Conceito da Aplicabilidade do CFTV e digitalização de imagens; Câmeras e Elementos Complementares: evolução e aspectos gerais, caixa de proteção, suportes e lentes; Vídeo Gravador: evolução e aspectos gerais, transporte e gravação do sinal de vídeo, digitalização de imagens, vídeo gravação e transmissão digital de imagens, pontos críticos e metodologia; Características dos Sistemas; Aplicabilidade tática e técnica visando a melhor relação custo x benefício, vantagens e desvantagens de cada tecnologia, matrizes, comutação e centralização de sistemas de CFTV e o centro de controle.
MÓDULO III CONTROLE DE ACESSO DE PESSOAS E VEÍCULOS Conceito da Aplicabilidade dos Sistemas de Controle de Acesso; Tecnologias Existentes, aplicação tática e princípios de funcionamento: Código de Barras, Trilha Magnética, Wiegand, Proximidade (RFID) e cartões inteligentes, geometria da mão, impressão digital, leitura de íris; Características dos Sistemas: integração do controle de acesso de pessoas com outros sistemas, principais critérios para seleção e aquisição.
MÓDULO IV SISTEMAS DE SENSOREAMENTO Conceito da aplicabilidade dos vários sistemas de sensoreamento, dispositivos, tecnologias de detecção e de transmissão; Tecnologias e Tendências Tecnológicas: sensores de abertura, de movimento (infravermelho passivo), de impacto, de quebra de vidro, de vibração (sísmico), de barreira (infravermelho ativo), cerca eletrificada,
cabo (fibra ótica, vazamento de RF), sensores analógicos inteligentes, sensores a laser, sistemas sem fio por rádio freqüência digital, aplicações técnicas e princípios de funcionamento; Características dos Sistemas: aplicabilidade tática e vantagens e desvantagens de cada tecnologia, avaliação de sistemas wirelless (sem fio); Dimensionamento: aplicações de cada tipo de sensor, análise de ambiente, materiais e dimensionamento dos sistemas de detecção.
MODÚLO V SISTEMAS DETECÇÃO DE INCÊNDIO Estatísticas e Legislações; Sistemas de Detecção e Combate a Incêndio: Fases de um incêndio: "evento, detecção combate"; Princípios e pré-requisitos de um sistema de detecção e combate, tecnologias existentes, tendências tecnológicas: Sensores analógicos inteligentes, sensores a laser, sistemas sem fio por rádio freqüência digital; Dimensionamento: Aplicações de cada tipo de sensor, análise de ambiente/materiais e dimensionamento dos sistemas de detecção;
MODÚLO VI AUTOMAÇÃO PREDIAL Integração do sistema de automação com sistema de incêndio, segurança e energia elétrica, ar condicionado, iluminação ventiladores, exaustores.
MODÚLO VII INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS E CENTRAL DE SEGURANÇA Conceito da Aplicabilidade dos Sistemas Integrados; Definição dos sistemas de sensoreamento, CFTV e automação; Tecnologias Existentes: aplicação das várias tipologias de rede; Características dos Sistemas; Aplicabilidade tática e técnica; Vantagens e desvantagens de cada tecnologia, Centrais de Monitoramento: conceitos e objetivos; Centrais Internas e Externas, Complexas e Multidisciplinares; Estrutura física e equipamentos; Escolha do local; Equipamentos necessários; Recursos humanos necessários; Suporte técnico e treinamentos específicos; Recomendação de Postura, Atendimento, Registro e Comunicado de Ocorrências.
MODÚLO VIII IMPLANTAÇÃO DOS SISTEMAS Elaboração de Cronograma; Procedimentos de instalação; Manutenção: importância da prevenção e benefícios.
MODÚLO IX FORMATAÇÃO DE UM PROJETO EM TECNOLOGIA E EDITAL Estudo de caso; Metodologia para a Elaboração do projeto final; Formatação Edital
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) teve o prazer de participar da realização do curso de extensão universitária sobre prova e perícia eletrônica promovido por BRASILIANO & ASSOCIADOS, URE e FACULDADE FECAP.
OBJETIVO
O curso teve o objetivo de apresentar e discutir aspectos conceituais e práticos sobre os riscos digitais crescentes que tendem a subjugar a sociedade moderna. Analisar distintos cenários empresariais e pessoais identificando os riscos tecnológicos e vislumbrando linhas defensivas. Delinear princípios da ciência forense. Estudar procedimentos e recursos tecnológicos empregados na investigação de ilícitos. Avaliar acertos e os erros ocorridos em análises forenses e estudo de casos.
PÚBLICO ALVO
Dirigentes de empresas, gerentes, juízes, advogados, peritos, analistas, investigadores, gerentes, coordenadores de segurança, auditores e consultores que precisam saber avaliar e ter desenvoltura ao lidar com os conflitos e confrontos inerentes aos fatos de natureza tecnológica.
PROFESSORES
Dr. Renato Opice Blum
Perito Giuliano Giova
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Os Tribunais, a Prova Digital e a Segurança da Informação: Perícia e Prova Eletrônica; Preservação, Privacidade, Responsabilidade Civil e Crimes Eletrônicos; Regulamentos Internos de Segurança da Informação e o Monitoramento de E-mails e atividades em sistemas; Concorrência Desleal; A atividade do perito e a lei processual.
2. Riscos e conflitos tecnológicos atuais e futuros na Sociedade Eletrônica.
3. A Ciência Forense, Propósitos da Investigação Pericial, Sobre Evidências Eletrônicas e Indícios, Prova e Perícia Eletrônica, Objetivos da Perícia, Quais são as Informações Relevantes?, Exame dos Fatos, Quesitos, Pareceres e Laudos Periciais.
4. A prática da Investigação Forense parte 1: Procedimentos e Recursos Tecnológicos Empregados na Detecção e Investigação de Ilícitos.
5. A prática da Investigação Forense parte 2: Estudo de casos. Avaliação de Erros e Acertos.
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil)é uma das entidades que apoiou a realização da conferência "Mobile Banking - As Principais Questões e Soluções para Investir no Universo dos Serviços Móveis", promovida pelo IQPC Brasil no dias 29 a 31 de maio de 2006, em São Paulo.
Os principais assuntos abordados foram:
Novas Plataformas Tecnológicas
Aspectos Regulatórios
Mudanças e Transformações Organizacionais
Sistemas de Segurança de Informação
Combate a Fraudes
Relacionamento com Clientes
Desenvolvimento de Parcerias
Novos Modelos Competitivos
Convergência
Uma realização IQPC Brasil (www.iqpc.com.br). que contou com o apoio do Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil)
CYBERCRIMES
Como prevenir e combater cybercrimes na sua empresa
O envio de programas destrutivos ou maliciosos (para roubos de senhas), por meio de e-mails inocentes, virou pandemia e está abalando os pilares da segurança da informação, minando o tripé Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade. De uma hora para outra, sem nenhum aviso, as empresas se deparam com novas e engenhosas formas de burlar sua segurança, o que coloca em risco não apenas os negócios, mas a integridade de sócios, funcionários e clientes. Além da precária legislação – pois o Congresso ainda estuda alterações no Código Penal, apenas recentemente os juízes, promotores e desembargadores começaram a entender a complexidade dos cybercrimes, o que não é nada alentador.
O produto do faroeste em que virou a rede mundial está retratado em dados produzidos por inúmeras entidades nacionais e estrangeiras, de alta credibilidade no mundo corporativo. Em 2004, nos EUA, o ‘‘faturamento’’ dos crimes cibernéticos chegou à fantástica soma de US$ 105 bilhões. Segundo a conselheira do Tesouro americano, Valeri McNiven, esta estimativa leva em conta crimes como fraudes, espionagem corporativa, manipulação de ações, pedofilia, extorsão virtual, pirataria, dentre outros.
No Brasil, segundo o Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), as tentativas de fraudes pela rede cresceram 579% em 2005. Em 2004, as fraudes bancárias e financeiras ocupavam modestos 5% do total de registros de incidentes, número que passou a 40% em 2005. Só os bancos e empresas de cartão de crédito acumularam prejuízo de R$ 300 milhões no Brasil, cerca de 150% a mais do que em 2004, segundo o último relatório da CERT.br. Até o final de 2006, a perspectivas no volume de perdas deve aumentar 20%, prevêem os analistas do Centro.
No objetivo de discutir formas de criar barreiras aos cybercrime no ambiente corporativo, bem como buscar ressarcimento de possíveis prejuízos, a InterNews realizou este seminário com grandes especialistas.
Tópicos abordados:
Os ataques mais comuns em ambiente web
Prejuízos causados às empresas do mundo virtual
Como seguir o rastro de hackers e crackers
Passos para implantar um sistema de segurança
O papel da certificação digital
Coleta de provas para comprovar fraudes
Medidas legais para identificação de criminosos em meios eletrônicos
Perícia digital como apoio na prova jurídica
Limites jurídicos para a investigação
Crimes eletrônicos e a posição dos tribunais
A prática da concorrência desleal e violação de segredo empresarial nos meios eletrônicos
Monitoramento de e-mails pelo empregador
Tipificação dos crimes virtuais em tramitação no Congresso Nacional
Como identificar e evitar incidentes de segurança em TI
Tendências sobre novas formas de ataque às corporações
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil)participou da realização do curso sobre Riscos Legais Enfrentados pelas Empresas pelo Uso Indevido de E-Mail e Internet, cujo programa está a seguir:
COMO SE PROTEGER DAS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS AOS CRIMES VIRTUAIS – Recuperação de Informações Digitais Métodos de identificação e rastreamento; Comprovação material; Preservação e alteração do corpo do delito; Autenticidade e Integridade da Prova; Técnicas de detecção de intrusos; Interceptação de comunicação informática;
COMO ESTABELECER UMA POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELETRÔNICO COM A FINALIDADE DE EXIMIR A EMPRESA DE RESPONSABILIDADE POR ATOS COMETIDOS PELOS EMPREGADOS Análise do Código de Ética e de Conduta Interna quanto ao uso de e-mails; A validade de políticas internas formais que estipulem a fiscalização eletrônica de correio eletrônico; Assinaturas, documentos, instrumentos digitais; A posição dos Tribunais; Direito Comparado.
BOAS PRÁTICAS DE MONITORAÇÃO E FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA DE E-MAILS NA EMPRESA - “Case” de sucesso
GARANTINDO A AUTENTICIDADE E O SIGILO NAS COMUNICAÇÕES DA EMPRESA SEM PERDA DA CAPACIDADE DE MONITORAÇÃO E FILTRAGEM DE CONTÉUDO E-mail seguro coorporativo; Certificação digital coorporativa; Criptografia e a Monitoração.
APLICAÇÃO DE DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA NOS CASOS DE PROBLEMAS GERADOS PELO USO INDEVIDO DE E-MAIL POR PARTE DOS EMPREGADOS A utilização indevida dos sistemas eletrônicos pelos trabalhadores; Possibilidade de Justa Causa pela utilização indevida de E-mail; O entendimento dos tribunais trabalhistas sobre a possibilidade de aplicação de justa causa; Aspectos importantes que devem ser analisados pelo empregador na decisão de aplicação da justa causa.
RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMININAL NA QUESTÃO DA MONITORAÇÃO ELETRÔNICA. Crimes e ilícitos mais comuns; Prova e responsabilidade civil; Proteção empresarial e os meios eletrônicos; Procedimentos de segurança; Monitoramento e termos de uso de e-mails.
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) participou da realização do curso de "Práticas, Políticas e Instrumentos sobre O uso de E-mail e Internet nas Empresas", cujo programa está a seguir:
A RESPONSABILIDADE CIVIL E AS NOVAS DECISÕES DOS TRIBUNAIS A Responsabilidade Civil pelos Crimes Eletrônicos e Saiba Como as Recentes Decisões dos Tribunais podem Afetar as Empresas. Análise atual das recentes decisões do TST Validação jurídica do monitoramento dos sistemas eletrônicos internos O direito Comparado
INTERNET X DIREITO PENAL O Impacto da Internet sobre o Direito Penal: Questões a serem elucidadas Qual a relação dos meios digitais com o direito penal brasileiro
QUESTÕES TRABALHISTAS Esclarecimento das Principais Questões Trabalhistas e as Gradações de Pena por Ato Infracionado A definição de uma política de uso e conduta nas empresas Principais aspectos da CLT e a demissão por justa causa ao ato indevido Aplicação de justa causa nos casos de problemas gerados pelo uso indevido de e-mail e internet pelos empregados diretos e indiretos
O MONITORAMENTO DA INTERNET E DOS E-MAILS FACE AO DIREITO À PRIVACIDADE A RELAÇÃO ENTRE EMPRESA E SEUS COLABORADORES Saiba Quais são os Aspectos Legais Envolvidos na Monitoração e Fiscalização Eletrônica de E-mails e Internet dos Empregados – A Privacidade em Questão Direito à Privacidade e o Direito à Propriedade A empresa e o Direito à Imagem A responsabilidade civil da empresa aos seus funcionários E-mail é correspondência? Apresentação das principais condutas encontradas e suas conseqüências
DEFINIÇÃO DE UMA POLÍTICA DE USO NO AMBIENTE CORPORATIVO Estabelecendo uma política de utilização do correio eletrônico, eximindo a empresa da responsabilidade pelos atos cometidos por funcionários 1º CASE A atuação da ABIN e a importância da preservação e proteção ao conhecimento nas organizações. 2º CASE Como a política de regulamentação do uso de e-mail e internet pode contribuir para a produtividade no ambiente de trabalho, garantindo maiores índices de efetividade nos funcionários e sem, comprometer a privacidade
BANCO DE DADOS A Política de Uso de Banco de Dados e a Caracterização de “Spam”. Como utilizar um banco de dados sem infringir o direito a privacidade Quais são as penas adotadas nos casos comprovados de infração
PERÍCIA ELETRÔNICA A Perícia Eletrônica em Filtragem e Monitoramento de E-mails e Internet na Empresa. Principais métodos de identificação e rastreamento Comprovando a autenticidade da prova de infração Análise das provas periciais judiciais eletrônicas.
9h00 — Comércio eletrônico no Brasil e no mundo: Como a era do Business to Consumer (B2C) está redefinindo as estratégias de vendas no varejo
Daniel Domeneghetti Sócio-consultor da E-Consulting Corporation e vice-presidente de Estratégias da Câmara-E.Net
9h45 — Perfil do internauta brasileiro e suas preferências de consumo no VOL (Varejo Online)
Pedro Guasti Diretor-geral da e-bit
10h30 — Coffee break
10h45 — Como abrir uma loja virtual: aspectos técnicos e mercadológicos
Cláudio Martins Diretor da Interlize
11h30 — Estratégias para apresentar produtos & serviços na web: construindo um relacionamento com o cliente
Gil Giardelli Diretor-geral da Permission. Fundador do Comitê Anti Spam
12h15 — Almoço
14h00 — Gestão logística nacional: como montar uma rede de distribuição com a ajuda de parceiros
Alexandre Barros Presidente da BLS Logistics Group
14h45 — A inclusão das pequenas e médias empresas (MPMEs) no comércio eletrônico no Brasil
Rodolfo Barreiros Abbondanza Sócio-fundador do TrilhaShop
15h30 — Coffee break
16h00 — Proteção jurídica nas operações virtuais: como se defender dos problemas mais comuns
Camila Martino Parise Pinheiro Neto Advogados. Vice-coordenadora da Comissão de Estudos de Internet, da Associação Brasileira do Direito de Informática e Telecomunicações (ABDI)
Nesta 3ª Edição do evento, você vai ter acesso à discussão do direito à privacidade nos tempos de internet mediante a decisão do TST de reconhecer o direito do empregador de obter provas para justa causa com o rastreamento do e-mail de trabalho do empregado. Os painéis abordarão questões relativas ao monitoramento dos e-mails, às medidas éticas e técnicas cabíveis, à relação com os direitos previstos em Constituição, à relação trabalhista, entre outros aspectos relevantes ao tema.
Os Tribunais e a Segurança da Informação
Implementação Técnica e Prova Pericial
A Aplicação de Justa Causa pelo Uso Indevido do Correio Eletrônico no Ambiente de Trabalho
O Ordenamento Civil-Constitucional e os Limites ao Controle do Ambiente de Trabalho
Métodos de Controle do E-Mail e Internet
Sistema de Normas e Políticas sobre Monitoramento Eletrônico
Aspectos Legais - Processos - Riscos Contra Dados e Informações - Ações e Práticas de Sucesso das Empresas Conscientização e Envolvimento das Várias Áreas da Empresa - Julgamentos e Decisões Judiciais - Case Studies
Foram 9 palestrantes, sendo 2 case studies, promotores de justiça e especialistas do setor em apenas 1 dia:
INTERNET X DIREITO PENAL – O Impacto da Internet sobre o Direito Penal: Questões a serem elucidadas - Qual a relação dos meios digitais com o direito penal brasileiro
BANCO DE DADOS– A Política de Uso de Banco de Dados e a Caracterização de “Spam” - Como utilizar um banco de dados sem infringir o direito á privacidade - Quais são as penas adotadas nos casos comprovados de infração
O MONITORAMENTO DA INTERNET E DOS E-MAILS FACE AO DIREITO À PRIVACIDADE - A RELAÇÃO ENTRE EMPRESA E SEUS COLABORADORES - Saiba Quais são os Aspectos Legais Envolvidos na Monitoração e Fiscalização Eletrônica de E-mails e Internet dos Empregados – A Privacidade em Questão - O Direito à Privacidade e o Direito à Propriedade A empresa e o Direito à Imagem - A responsabilidade civil da empresa aos seus funcionários - E-mail é correspondência? - Apresentação das principais condutas encontradas e suas conseqüências
PAINEL - DEFINIÇÃO DE UMA POLÍTICA DE USO PARA OS FUNCIONÁRIOS - Como Estabelecer uma Política de Utilização de Correio Eletrônico com a Finalidade de Eximir a Empresa de Responsabilidade por Atos Cometidos por Funcionários
1° case - Apresentação da metodologia utilizada na elaboração da política de uso e os desafios da implantação no ambiente corporativo; a privacidade do funcionário em questão
2° case - Como a política de regulamentação do uso de e-mail e internet pode contribuir com a produtividade no ambiente de trabalho, garantindo maiores índices de efetividade nos funcionários, por meio de exigências legais que não comprometam a privacidade
QUESTÕES TRABALHISTAS - Esclarecimento das Principais Questões Trabalhistas e as Gradações de Pena por Ato Infracionado - A definição de uma política de uso e conduta nas empresas - Principais aspectos da CLT e a demissão por justa causa ao ato indevido - Aplicação de justa causa nos casos de problemas gerados pelo uso indevido de e-mail e internet pelos empregados diretos e indiretos
PERÍCIA ELETRÔNICA – A Perícia Eletrônica em Filtragem e Monitoramento de E-mails e Internet na Empresa - Principais métodos de identificação e rastreamento - Comprovando a autenticidade da prova de infração - Análise das provas periciais judiciais eletrônicas
OBJETIVO
Proporcionar aos participantes uma compreensão de como aplicar e
obter resultados com um sistema de inteligência competitiva
eficiente e relevante para o processo de tomada de decisão
empresarial. .
DESTAQUES DO PROGRAMA • A Lógica do Cisne Negro e o Profissional de
Inteligência Competitiva • Práticas de Inteligência voltadas à
Concorrência, Consumo e Mercado • Inteligência e Estratégia: Métodos
e Técnicas para Análise Setorial e da Concorrência • Inteligência
Competitiva hoje: Etapas e Ferramentas de Trabalho • Aplicações e
Resultados em Inteligência Competitiva s.
promovido e realizado por
FECOMERCIO
nos dias 3 e 4 agosto de 2009.
Fecomercio realizOU Congresso sobre Crimes Eletrônicos - Formas de
Proteção
Dr. Renato Opice Blum,
presidente do Conselho Superior de Tecnologia da Informação da Fecomercio, e outros especialistas em crimes eletrônicos se
encontraram nos dias 03 e 04 de agosto de 2009 para debater o tema
Programa preliminar, sujeito a alterações. Informações atualizadas e inscrições favor contatar diretamente
a Fecomercio
(www.fecomercio.com.br).
ASSOCIAÇÕES E ALIANÇAS ENTRE SOCIEDADES DE ADVOGADOS
Tipos de associações e alianças: Principais diferenças entre
alianças e associações; Alianças/associações internacionais;
Alianças/associações nacionais; Alianças/associações regionais;
Alianças/associações por diferentes tipos de áreas do direito
atendidas; Alianças/associações por diferentes tipos de clientes
atendidos; Alianças/associações para propiciar o atendimento de
contencioso e massa e de serviços de alto valor agregado;
Alianças/associações por diferentes localidades atendidas.
Níveis
de associação e aliança: Quais são os principais níveis de
associações e aliança e seus modelos de retribuição; Evolução em
direção à fusão: cuidados a serem tomados/montagem de modelos
diferenciados para que isto ocorra.
Formatos jurídicos das alianças e associações: Constituição de
associações sem fins lucrativos; Constituição de outras sociedades
de advogados; Constituição de contratos de associação entre
diferentes sociedades; Tributação; Organização.
Integração: O que passa a ocorrer de forma integrada, de acordo com
cada modelo; O que continua a ser plenamente independente, de acordo
com cada modelo; Reduções de custo em decorrência da nova
estruturação;
A
publicidade dos serviços: Quais tipos e meios de publicidade podem
ser feitos considerando o regramento ético da advocacia;
Quebras
de alianças: Principais fatores de quebras - e como evitá-los;
Reorganização após a quebra da aliança; O que deve ser estipulado
pelas partes antes da aliança considerando a possibilidade futura de
quebra.
O evento
foi realizado por Central
Prática (www.centralpratica.com.br).
promovido por Canal Executivo e realizado em São Paulo no dia 07 de dezembro de 2007.
CULTURA ORGANIZACIONAL x GERENCIAMENTO DE PROJETOS
MÓDULO I - A Cultura de Gerenciamento de Projetos dentro da Organização • O novo papel do gerente de projetos • Conflitos, interesses e problemas de relacionamento • Gerenciamento de pessoas • A importância da definição da liderança funcional do projeto • Modelo de gestão orientado a projetos • Apresentação de resultados - Márcio Hervé, Coordenador de Projetos PETROBRAS/CENPES
BALANCED SCORECARD E O GERENCIAMENTO DE PROJETOS
MÓDULO II – Gerenciamento de Portfólio de Projetos e Alinhamento Estratégico através do Balanced Scorecard (BSC) • Como um PMO administra um portfólio de projetos • Definição do escopo de atuação do PMO • Como selecionar projetos alinhados a estratégia da empresa através do Balance Scorecard (BSC) • Gerenciamento das mudanças do Portfólio de Projetos • Resultados - Antônio Pereira, Diretor de Projetos TIM BRASIL
GERENCIAMENTO DE RISCOS DOS PROJETOS
MÓDULO III - Gerenciamento de Riscos como uma Prática para Minimizar Impactos e Garantir o Sucesso no Gerenciamento dos Projetos • Gerenciamento de riscos • Identificação e análise de riscos • Planejamento de respostas a riscos • Controle de riscos • Mapeamento de riscos • Controle de medidas implantadas - Vicente Ferraz, PMP, Gerente de Projetos TETRA PAK
DESENVOLVIMENTO DE LIDERANÇA E COMUNICAÇÃO
MÓDULO IV – Liderança neural e gerenciamento de projetos • A base neural da liderança • As competências do gerente de projeto • Contribuição da liderança neural nas competências do gerente de projeto - Solange Aguilera, PMP, Gerente de Projetos MOTOROLA
MÓDULO V - Liderança e Comunicação na gestão dos Projetos: Como prevenir e evitar falhas de comunicação no gerenciamento dos projetos • A importância do relacionamento • Comunicação como fator estratégico • Liderança e organização dos gerentes de projetos • Como prevenir e evitar falhas na comunicação • Principais desafios e barreiras na comunicação organizacional • Como planejar adequadamente a comunicação • Sucesso através da gestão dos Stakeholders - Nelson B. Camargo Filho, Ger. da Área de Metodologia de Sistemas e Controle de Serviços de Desenvolvimento TI UNIBANCO
PLANO DE MELHORIAS DE PROCESSOS
MÓDULO V – Planejamento da melhoria: melhorias de performance e gestão de mudanças para reduzir gargalos e garantir o sucesso dos projetos • Plano de melhoria contínua dos processos : Implementação e Institucionalização • Como garantir que os processos implementados serão realmente utilizados como ferramenta de gerenciamento dos projetos • Estrutura e processo de uma revisão dos processos • Reavaliação de resultados • Comparação com os resultados anteriores • Estabelecimento de ações corretivas - André Luis Cypriano, Gerente de Projetos NEC do Brasil
PMO – PROJECT MANAGEMENT OFFICE
MÓDULO VI - Estruturação e implementação de um escritório de projetos (PMO – Project Management Office). • Papéis e objetivo do departamento • Responsabilidades • Fatores críticos de sucesso • Implementação • Fatores facilitadores • Eficiência sobre os projetos de desenvolvimento e manutenção de sistemas informatizados • Onde o PMO deve se localizar em sua organização • Metodologia e as tecnologias de gestão de projetos • Otimização do uso dos recursos • Gestão do PMO e a melhoria contínua - Ednir Arantes, PMP, Gerente de Projetos Responsável pelo PMO Promon Tecnologia
promovido por Canal Executivo e realizado em São Paulo no dia 24 de outubro de 2007.
O Brasil possui cerca de 70 diferentes taxas, impostos e contribuições. A maneira legal de se diminuir o pagamento destas taxas chama-se elisão fiscal, mais conhecida como planejamento tributário.
Em média, 33% do faturamento empresarial é dirigido ao pagamento de tributos. Do lucro, até 34% vai para o governo. Da somatória dos custos e despesas, mais da metade do valor é representada pelos tributos. Com a globalização e a dinamização da economia, tornou-se questão de sobrevivência para as empresas a correta administração do ônus tributário.
Em geral, o Planejamento Tributário busca evitar a incidência do fato gerador do tributo, reduzir seu montante, sua alíquota ou reduzir sua base de cálculo, além de postergar seu pagamento, sem ocorrência de multa.
Neste sentido, o treinamento oferecido pelo Canal Executivo representa uma grande oportunidade de se aprender novas técnicas de Planejamento Tributário, visando a diminuição da carga tributária de sua empresa.
promovido por Canal Executivo e realizado em São Paulo no dia 10 de outubro de 2007.
O mercado de Fusões e Aquisições vem dando o tom dos negócios em 2007 e pode entrar para a história como o ano em que o Brasil alavancou suas operações. A tendência é percebida não apenas em empresas e escritórios de advocacia, mas também pelo CADE, que desde quando foi criado, nunca recebeu acentuado número de processos para serem analisados.
Muitos casos envolvem mega-operações, mas existem também as empresas de pequeno e médio portes preocupadas em ganhar escala para aumentar sua participação em mercados específicos.
Este seminário tem como objetivo, identificar melhores estratégias na aquisição de ativos (empresas ou estabelecimentos), todos aspectos envolvidos no processo de due diligence jurídica, valuation e o papel do CADE nas transações de M&A.
Público-Alvo:
Diretores, gerentes, sócios, advogados, investidores, coordenadores e auditores das seguintes áreas: Financeiro, controladoria, jurídico, relação com o mercado, Investment Bank , desenvolvimento, departamento legal, tributária e fiscal, societária e contratual, novos negócios, operações financeiras, riscos, auditoria, planejamento estratégico, fusões e aquisições, Corporate Finance e demais interessados.
promovido por Canal Executivo e realizado em São Paulo nos dias 16 e 17 de outubro de 2007.
OBJETIVO Este treinamento teve como objetivo capacitar executivos financeiros sobre técnicas modernas de Valuation, com ampla abordagem teórica e prática. Houve também o objetivo de se promover o Auto desenvolvimento no sentido de treinar os participantes para a educação continuada, motivando-os para o constante aperfeiçoamento profissional. METODOLOGIA O curso abordará os diversos temas de Valuation através de conceituação teórica e casos práticos.
BENEFÍCIOS Capacitar os alunos na elaboração e compreensão dos principais temas de Valuation.
PÚBLICO ALVO Profissionais das áreas financeiras ou de desenvolvimento de negócios que tenham embasamento de finanças.
promovido por Canal Executivo em São Paulo no dia 17 de outubro de 2007.
O preço a ser pago por atos errôneos ou riscos mal calculados está cada vez ficando mais caro para as organizações. Esses atos geram as mais diversas conseqüências, que para superá-las são despendidos recursos exorbitantes com advogados, multas, indenizações, pedidos públicos de desculpas, recalls . Em detrimento desta recorrente realidade, empresas da boa governança corporativa estão utilizando uma nova ferramenta de sobrevivência: O gerenciamento de seus riscos em nível corporativo . O ato de pensar nos riscos envolvidos nos negócios tornou-se tão estratégico quando o ato em dar um passo à frente nos objetivos empresariais. A gestão dos riscos propõe uma nova forma de pensar no sucesso. Utilizando uma linguagem universal e aprimorando a cultura focada nos riscos, as empresas identificam, avaliam, mensuram, tratam, monitoram e revisam seus riscos e objetivos. Transforma riscos em oportunidades criando um diferencial competitivo de mercado.
Objetivo:
Apresentar estratégias, técnicas e instrumentos de identificação, mensuração, tratamento dos riscos, bem como planos de ação.
Demonstrar as principais fases de um projeto de implementação de Gestão de Riscos Corporativos - Enterprise Risk Management
Orientar profissionais envolvidos em projetos de implantação.
Como transformar riscos ameaçadores em boas oportunidades de negócios.
MUDANÇAS ESTRUTURAIS E CULTURAIS NA ÁREA DE COMPRAS
Panorama do e-Procurement no Brasil Briefing ►O objetivo desta apresentação é traçar um panorama da evolução dos processos tradicionais de compras e do e-Procurement no Brasil: dados do mercado, canais de comunicação utilizados pelas empresas para transacionar pedidos com os fornecedores e os principais benefícios do e-Procurement.
As principais etapas do processo de implantação do e-Procurement
A importância de implementar uma gestão eficaz de suprimentos por meio da utilização de soluções tecnológicas e serviços que agilizam processos de aquisição, reduzem custos e garantem resultados positivos para a companhia.
O e-Procurement com foco na redução de custos em compras e aumento da competitividade do negócio.
Escolha de Canais de Venda em Comércio Eletrônico: levantamento e a quantificação dos atributos relevantes para um consumidor escolher em qual site deseja comprar um determinado produto.
Como ganhar eficiência e agilidade nos processos de compras através do e-Procurement.
Panorama do B2B no Brasil DOIS PONTOS DE VISTA A integração de ferramentas e-Procurement com o sistema corporativo. Vantagens competitiva através do relacionamento com os fornecedores. Utilizando o sistema de catálogo, leilão reverso e marketplace como ferramentas estratégicas para otimizar processos, realizar negociações, alcançar ganhos significativos e diminuir os custos das empresas. O ambiente de serviços compartilhados surgido a partir do e-Procurement
O CNASI - Congresso Nacional de Auditoria de Sistemas, Segurança da Informação e Governança - Brasília em sua 4ª edição, consolida-se como o melhor evento na área de Tecnologia da Informação da região.
O CNASI , tem por objetivo atualizar e capacitar todos os profissionais envolvidos com as áreas de Segurança da Informação, Auditoria de Sistemas e Governança nas Corporações. Sua programação temária, abrange de forma ampla mas ao mesmo tempo objetiva, os principais aspectos técnicos e de gestão das áreas envolvidas em garantir a preservação e idoneidade das informações e sistemas. As atividades do evento são compostas por cursos de qualificação básicos e avançados, palestras técnicas, casos de sucesso, painéis e apresentação de soluções/produtos, com a participação de renomados especialistas nacionais. Com um público formado por profissionais envolvidos em processos decisórios e estratégicos dentro das Corporações, o CNASI é o principal evento de Segurança da Informação, Auditoria de Sistemas e Governança, no Brasil e à partir deste ano, torna-se Internacional, agregando experiências de profissionais e representantes de instituições de TI de toda a América Latina.
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) é apoiador oficial do seminário O Avanço do Mobile Banking em 2007 promovido por InterNews em São Paulo no dia 27 de março de 2007.
PROGRAMA
BANCO DO BRASIL: 4 anos de sucesso com o banco de bolso
Tecnologia: Como o BB conseguiu integrar-se com as redes com as operadoras de telefonia móvel? Segurança: Quais serão os desafios para garantia da segurança tecnológica e obtenção de uma percepção positiva junto aos usuários finais? Relacionamento: campanhas de divulgação e adoção de estratégias de incentivo ao uso das soluções financeiras móveis Tendências: o futuro do celular como ferramenta de acesso ao banco, meios de pagamento e de relacionamento com os consumidores bancários Objetivos e Metas para 2007 Raul Moreira Gerente Executivo de Banco Eletrônico do Banco do Brasil
Compras pelo celular: O 1º sistema brasileiro de pagamentos em lojas
HSBC: M-Cash e as facilidades ao correntista: segurança, rapidez e praticidade Tecnologia do produto que faz o celular virar dinheiro Metas Arno Brandes Senior Executive e-Business do HSBC
Gestão de Riscos e Segurança com o Mobile Banking
Ameaças: diagnóstico de riscos, fraudes sistêmicas, vazamento de informações Regulamentação bancária e de telecomunicações Confidencialidade, Integridades e Indisponibilidade Principais ameaças e vulnerabilidades Auditoria, Gestão de Riscos e Compliance em mobile banking Fernando Néry Módulo Security
Mobile Banking e Mobile Payment
Tecnologias móveis e sua disseminação Mobile Banking hoje e no futuro O cenário mundial de pagamentos móveis Modelos de Serviços Móveis Mauricio Ghetler Presidente da MG SYSTEMS CONSULTORIA E SISTEMAS
As questões jurídicas que envolvem Mobile Banking
Aspectos e implicações legais e Regulatórias Decorrentes da Implementação dos Negócios de Móbile Banking
Responsabilidade pelo uso de serviços de Mobile Banking Jurisprudência e Crimes Praticados Elaboração de Contratos Juliana Abrusio Sócia da Opice Blum Advogados
Mesa Redonda: O banco na palma da mão em 2007
Perspectivas para a aplicação da moeda móvel Desafios aos bancos e orientações Estatísticas Coordenador: Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca Diretor de Automação Bancária da Febraban
Participantes: Raul Moreira Gerente Executivo de Banco Eletrônico do Banco do Brasil
PRESIDENTE DE MESA Dr. Alan Balaban Sasson FMARCHIONI ADVOGADOS ASSOCIADOS
COMO SE PROTEGER DAS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS AOS CRIMES INFORMÁTICOS – Recuperação de Informações Digitais
· O que são crimes informáticos? · Métodos de identificação e rastreamento; · Comprovação material; · Preservação e alteração do corpo do delito; · Autenticidade e Integridade da Prova; · Técnicas de detecção de intrusos; · Interceptação de comunicação informática; Giuliano Giova Diretor INSTITUTO BRASILEIRO DE PERITOS EM COMÉRCIO ELETRÔNICO
CASE FUNDAÇÃO CESP – PORTAL DE AUTO-ATENDIMENTO Magali Bernal Gerente divisão de informática FUNDAÇÃO CESP
ASPECTOS CRIMINAIS DO MONITORAMENTO DOS SISTEMAS NAS EMPRESAS E A RESPONSABILIDADE CRIMINAL. Dr. Augusto Rossini Promotor de Justiça do Estado de São Paulo.
Garantindo a Autenticidade e o Sigilo nas Comunicações da Empresa sem perda da capacidade de monitoração e filtragem de conteúdo. · E-mail seguro coorporativo; · Certificação digital coorporativa; · Criptografia e a Monitoração. Dr José Leça Advogado Associado BARRETO FERREIRA, KUJAWSKI, BRANCHER E GONÇALVES
PALESTRA ESPECIAL - APLICAÇÃO DE DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA NOS CASOS DE PROBLEMAS GERADOS PELO USO INDEVIDO DE E-MAIL POR PARTE DOS EMPREGADOS. · A utilização indevida dos sistemas eletrônicos pelos trabalhadores; · Possibilidade de Justa Causa pela utilização indevida de E-mail; · O entendimento dos tribunais trabalhistas sobre a possibilidade de aplicação de justa causa; · Aspectos importantes que devem ser analisados pelo empregador na decisão de aplicação da justa causa. Dra Adriana Calvo Dra Alexandra Belline BELLINE E CALVO ADVOGADOS
Os cuidados na contratação do Diretor ESTRANGEIRO Dra. Adriana Calvo Sócia BELLINE E CALVO ADVOGADOS
ABERTURA DA CONFERÊNCIA PELO PRESIDENTE DE MESA Dr. Alan Balaban Sasson Advogado Associado FMARCHIONI ADVOGADOS ASSOCIADOS
RESPONSABILIDADE CIVIL NA QUESTÃO DA MONITORAÇÃO ELETRÔNICA. · Prova e responsabilidade civil; · Proteção empresarial e os meios eletrônicos; · Procedimentos de segurança; · Monitoramento e termos de uso de e-mails; Dr. Luiz Fernando Martins Castro Advogado GAMBOA E MARTINS CASTRO ADVOGADOS ASSOCIADOS
COMO ESTABELECER UMA POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELETRÔNICO COM A FINALIDADE DE EXIMIR A EMPRESA DE RESPONSABILIDADE POR ATOS COMETIDOS PELOS EMPREGADOS. · Análise do Código de Ética e de Conduta Interna quanto ao uso de e-mails; · A validade de políticas internas formais que estipulem a fiscalização eletrônica de correio eletrônico; · Assinaturas, documentos, instrumentos digitais; · A posição dos Tribunais; · Direito Comparado. Dra. Juliana Abrusio Advogada OPICE BLUM ADVOGADOS ASSOCIADOS.
O TRABALHO NA ERA DA TECNOLOGIA. · O Teletrabalho: elementos, conceitos, divisão e classificação; · Direito pátrio e direito comparado; · Comentários de Lege Ferenda Dr. Alan Balaban Sasson Advogado Associado FMARCHIONI ADVOGADOS ASSOCIADOS
PRÁTICAS DE MONITORAÇÃO E FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA DE E-MAILS NA EMPRESA - “Case” de sucesso Dra. Sheila Ribeiro Pereira Advogada COMPANHIA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA
TRIBUTAÇÃO NA INTERNET · Transferência de dados e os impostos de importação, exportação e icms · VOIP · Provedores de acesso à internet Dr Fernando Awensztern Pavlovsky Advogado Associado LIMA GONÇALVES, JAMBOR, ROTENBERG & SILVEIRA BUENO ADVOGADOS
As transações eletrônicas no mercado financeiro vêm apresentando crescimento substancial nos últimos anos. Bankfone, Internet, caixas eletrônicos, cartões e smartcards têm conquistado o espaço anteriormente ocupado pelo caixa do banco, dinheiro e cheque. Os benefícios dessas mudanças já são conhecidos: redução de custos, agilidade na compensação, segurança etc. Entretanto, a chegada de uma tecnologia nova sempre é alvo de controvérsias. Dessa vez, o protagonista é o mobile payment, ou pagamento por dispositivos móveis como celulares e smartphones. Para discutir o assunto, a Conference ClienteSA promove "MOBILE PAYMENT - A Terceira Onda da Convergência Móvel", no dia 06 de dezembro, em São Paulo.
O evento está direcionado para permitir aos participantes o contato com as últimas tendências tecnológicas e de mercado que despontam. Os painéis serão apresentados por conferencistas originários de consultorias de renomada expertise e executivos de empresas que vêm investindo no segmento de tecnologia móvel e serviços de valor agregado. Os temas foram estruturados para cobrir os aspectos estratégicos e comerciais inerentes ao novo modelo de negócios para mobile payment.:
Chairperson: Thiago Rigonatti Diretor Mobile Life
O Modelo de Negócios para M-Payment: Principais Vantagens e Desvantagens
Existem diversas razões do porquê dos telefones móveis terem o potencial de se tornarem em dispositivos de pagamento em um futuro próximo. O número de usuários deste tipo de aparelho já é muito grande e pagamentos móveis podem ser realizados através deles em todos os tipos de transações de pagamentos, tanto através de pessoas (qualquer comerciante), como de pontos de vendas automatizados (máquinas de vendas, estacionamentos, etc) e comércio eletrônico.
Keynoter: Julio Ramos Senior Manager Financial Services - ACCENTURE
O Futuro de Wireless Finance: A Convergência entre os Bancos e Operadoras
O papel de cada entidade nos m-payments dependerá muito da estratégia adotada pelas instituições não financeiras que queiram entrar nesse mercado, especialmente as empresas de telecomunicações ou novas empresas criadas especificamente para esse propósito. Essas empresas poderiam fazer parcerias com os bancos ou estabelecer uma rede de pagamentos alternativa. Existe também a possibilidade dos telefones móveis se tornarem apenas dispositivos de acesso à conta bancaria do cliente. Com esta convergência os bancos controlam toda a cadeia de valor, uma vez que operadoras de telecomunicações irão executar apenas o transporte de dados. Na prática, o dispositivo móvel se tornaria apenas uma nova forma de um cliente ter acesso às suas contas de banco.
O Papel das Operadoras de Telecomunicações com a Convergência Móvel
Estes são cenários em que as operadoras de telecomunicações móveis entrariam no mercado de forma independente. Outra possibilidade seria a de estabelecer uma parceria com bancos para aproveitar a sinergia entre a experiência das operadoras no lado técnico e a experiência dos bancos no lado financeiro.
Speaker: Germano di Polto Gerente de Marketing - CLARO
Enterprise Wireless Market Opportunity: Aplicações e Integração
O serviço de dados móveis tem um potencial muito grande de crescimento e precisa ser explorado adequadamente pelas operadoras, fornecedores e desenvolvedores de aplicações, cujo foco principal deve ser o segmento corporativo. O avanço da tecnologia permite que sejam desenvolvidos serviços de valor agregado e/ou soluções personalizadas de acordo com a necessidade do cliente.
Speaker: Paulo Perez Especialista em Segurança - LUCENT TECHNOLOGIES
Wireless Security - Segurança em Pagamentos Móveis - vulnerabilidades associadas aos diversos usos possíveis
A questão da segurança nos pagamentos móveis é fundamental para o sucesso dos pagamentos móveis. Pagamentos móveis devem seguir no mínimo quatro critérios e segurança: • Confidencialidade; • Autenticação; • Integridade; • Autorização;
Keynoter: Sergio Basilio Country Manager - SYMANTEC
Casos de sucesso utilizando a tecnologia M-Payment
Keynoter: Bruno Diehl Responsável pela solução de M-Payment - Grupo TELEMAR
CASE: HSBC Keynoter: Gastão Mattos Presidente - M-CASH
CASES: M-Payment Speaker: Eduardo Chedid VICE-PRESIDENTE DE PRODUTO - VISA DO BRASIL Speaker: Armindo Freitas Mota Junior - Presidente - WAPPA
Realizado por .com apoio de IBP Brasil Recomendação Perito
A mídia publica, constantemente, exemplos de fraudes e crimes eletrônicos, ocorridos no Brasil e no mundo, aumentando positivamente a consciência pública sobre os vários riscos que enfrentamos no mundo eletrônico.
O Seminário de Computação Forense & Crimes Eletrônicos tem por objetivo apresentar e discutir os diversos aspectos relacionados a esse tema, para o público de administradores e gestores corporativos, descrever os crimes e fraudes eletrônicas e seus impactos, apresentar detalhadamente ferramentas, tecnologias, técnicas e metodologias de computação forense (com enfoque prático), aspectos na legislação brasileira e internacional (atual e em discussão), cases e cenários.
As transações eletrônicas no mercado financeiro vêm apresentando crescimento substancial nos últimos anos. Bankfone, Internet, caixas eletrônicos, cartões e smartcards têm conquistado o espaço anteriormente ocupado pelo caixa do banco, dinheiro e cheque. Os benefícios dessas mudanças já são conhecidos: redução de custos, agilidade na compensação, segurança etc. Entretanto, a chegada de uma tecnologia nova sempre é alvo de controvérsias. Dessa vez, o protagonista é o mobile payment, ou pagamento por dispositivos móveis como celulares e smartphones. Para discutir o assunto, a Conference ClienteSA promove "MOBILE PAYMENT - A Terceira Onda da Convergência Móvel", no dia 06 de dezembro, em São Paulo.
O evento está direcionado para permitir aos participantes o contato com as últimas tendências tecnológicas e de mercado que despontam. Os painéis serão apresentados por conferencistas originários de consultorias de renomada expertise e executivos de empresas que vêm investindo no segmento de tecnologia móvel e serviços de valor agregado. Os temas foram estruturados para cobrir os aspectos estratégicos e comerciais inerentes ao novo modelo de negócios para mobile payment.:
Chairperson: Thiago Rigonatti Diretor Mobile Life
O Modelo de Negócios para M-Payment: Principais Vantagens e Desvantagens
Existem diversas razões do porquê dos telefones móveis terem o potencial de se tornarem em dispositivos de pagamento em um futuro próximo. O número de usuários deste tipo de aparelho já é muito grande e pagamentos móveis podem ser realizados através deles em todos os tipos de transações de pagamentos, tanto através de pessoas (qualquer comerciante), como de pontos de vendas automatizados (máquinas de vendas, estacionamentos, etc) e comércio eletrônico.
Keynoter: Julio Ramos Senior Manager Financial Services - ACCENTURE
O Futuro de Wireless Finance: A Convergência entre os Bancos e Operadoras
O papel de cada entidade nos m-payments dependerá muito da estratégia adotada pelas instituições não financeiras que queiram entrar nesse mercado, especialmente as empresas de telecomunicações ou novas empresas criadas especificamente para esse propósito. Essas empresas poderiam fazer parcerias com os bancos ou estabelecer uma rede de pagamentos alternativa. Existe também a possibilidade dos telefones móveis se tornarem apenas dispositivos de acesso à conta bancaria do cliente. Com esta convergência os bancos controlam toda a cadeia de valor, uma vez que operadoras de telecomunicações irão executar apenas o transporte de dados. Na prática, o dispositivo móvel se tornaria apenas uma nova forma de um cliente ter acesso às suas contas de banco.
O Papel das Operadoras de Telecomunicações com a Convergência Móvel
Estes são cenários em que as operadoras de telecomunicações móveis entrariam no mercado de forma independente. Outra possibilidade seria a de estabelecer uma parceria com bancos para aproveitar a sinergia entre a experiência das operadoras no lado técnico e a experiência dos bancos no lado financeiro.
Speaker: Germano di Polto Gerente de Marketing - CLARO
Enterprise Wireless Market Opportunity: Aplicações e Integração
O serviço de dados móveis tem um potencial muito grande de crescimento e precisa ser explorado adequadamente pelas operadoras, fornecedores e desenvolvedores de aplicações, cujo foco principal deve ser o segmento corporativo. O avanço da tecnologia permite que sejam desenvolvidos serviços de valor agregado e/ou soluções personalizadas de acordo com a necessidade do cliente.
Speaker: Paulo Perez Especialista em Segurança - LUCENT TECHNOLOGIES
Wireless Security - Segurança em Pagamentos Móveis - vulnerabilidades associadas aos diversos usos possíveis
A questão da segurança nos pagamentos móveis é fundamental para o sucesso dos pagamentos móveis. Pagamentos móveis devem seguir no mínimo quatro critérios e segurança: • Confidencialidade; • Autenticação; • Integridade; • Autorização;
Keynoter: Sergio Basilio Country Manager - SYMANTEC
Casos de sucesso utilizando a tecnologia M-Payment
Keynoter: Bruno Diehl Responsável pela solução de M-Payment - Grupo TELEMAR
CASE: HSBC Keynoter: Gastão Mattos Presidente - M-CASH
CASES: M-Payment Speaker: Eduardo Chedid VICE-PRESIDENTE DE PRODUTO - VISA DO BRASIL Speaker: Armindo Freitas Mota Junior - Presidente - WAPPA
COMO ESTABELECER UMA POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELETRÔNICO COM A FINALIDADE DE EXIMIR A EMPRESA DE RESPONSABILIDADE POR ATOS COMETIDOS PELOS EMPREGADOS (Dr. Renato M. S. Opice Blum - Opice Blum Advogados Associados)
Análise do Código de Ética e de Conduta Interna quanto ao uso de e-mails
A validade de políticas internas formais que estipulem a fiscalização eletrônica de correio eletrônico
Assinaturas, documentos, instrumentos digitais
A posição dos Tribunais
Direito Comparado
COMO SE PROTEGER DAS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS AOS CRIMES VIRTUAIS (Giuliano Giova Diretor Instituto Brasileiro de Peritos em Comércio Eletrônico)
Recuperação de Informações Digitais
Métodos de identificação e rastreamento
Comprovação material
Preservação e alteração do corpo do delito
Autenticidade e Integridade da Prova
Técnicas de detecção de intrusos
Interceptação de comunicação informática
BOAS PRÁTICAS DE MONITORAÇÃO E FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA DE E-MAILS NA EMPRESA (Dra. Sheila Ribeiro Pereira Advogada COMPANHIA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA)
Garantindo a Autenticidade e o Sigilo nas Comunicações da Empresa sem perda da capacidade de monitoração e filtragem de conteúdo (Maria Tereza Aarão - Consultora Técnica - Certisign)
E-mail seguro coorporativo
Certificação digital coorporativa
Criptografia e a Monitoração
PALESTRA ESPECIAL - APLICAÇÃO DE DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA NOS CASOS DE PROBLEMAS GERADOS PELO USO INDEVIDO DE E-MAIL POR PARTE DOS EMPREGADOS (Dra. Adriana Calvo - Consultora Trabalhista - MHMK - SOCIEDADE DE ADVOGADOS)
A utilização indevida dos sistemas eletrônicos pelos trabalhadores
Possibilidade de Justa Causa pela utilização indevida de E-mail
O entendimento dos tribunais trabalhistas sobre a possibilidade de aplicação de justa causa
Aspectos importantes que devem ser analisados pelo empregador na decisão de aplicação da justa causa
RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMININAL NA QUESTÃO DA MONITORAÇÃO ELETRÔNICA (Dra. Camilla do Vale Jimene - Advogada - Opice Blum Advogados Associados)
Crimes e ilícitos mais comuns
Prova e responsabilidade civil
Proteção empresarial e os meios eletrônicos
Procedimentos de segurança
Monitoramento e termos de uso de e-mails
ASPECTOS CRIMINAIS DO MONITORAMENTO DOS SISTEMAS NAS EMPRESAS (Dr. Augusto Rossini - Promotor de Justiça do Estado de São Paulo)
O Primeiro Foro abordou tanto sob o ponto de vista conceitual quanto a utilização prática da Suíte Encase Enterprise®, ferramenta que provê uma infra-estrutura que habilita as empresas, governo e agências policiais a conduzir investigações de cunho pericial, judicial ou corporativo. Verificou-se no evento que a suíte eDiscovery está preparada a responder demandas de descobrimento eletrônico e outros tipos de aquisição de dados em larga escala, tais como processos de auditoria, suporte a litígios corporativos, entre outros. Já para resposta a incidentes, foi apresentada a Suíte AIRS – Automated Incident Response Suite, que garante integração com as ferramentas de monitoramento gerando a aferição imediata de eventos suspeitos.
O Encase Enterprise foi demonstrado como responsável por Rastrear e Exterminar em questão de segundos ameaças como eventos Zero-Day, Worms, Trojan Horses, Alternate Data Streams e Root Kits. Com essa infra-estrutura, demonstrou-se que se reduzindo drasticamente o tempo e custo causado por ataques hackers, parada de sistemas críticos, etc.
Esse evento foi uma importante oportunidade para aprender sobre os benefícios que uma infra-estrutura de Investigação Digital pode trazer a sua organização, e como esta solução vem sendo utilizada pelo FBI, Polícia EUA, Scotland Yard e 43 das 50 empresas mais ricas do mundo.
O envio de programas destrutivos ou maliciosos (para roubos de senhas), por meio de e-mails inocentes, virou pandemia e está abalando os pilares da segurança da informação, minando o tripé Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade. De uma hora para outra, sem nenhum aviso, as empresas se deparam com novas e engenhosas formas de burlar sua segurança, o que coloca em risco não apenas os negócios, mas a integridade de sócios, funcionários e clientes. Além da precária legislação – pois o Congresso ainda estuda alterações no Código Penal, apenas recentemente os juízes, promotores e desembargadores começaram a entender a complexidade dos cybercrimes, o que não é nada alentador.
O produto do faroeste em que virou a rede mundial está retratado em dados produzidos por inúmeras entidades nacionais e estrangeiras, de alta credibilidade no mundo corporativo. Em 2004, nos EUA, o ‘‘faturamento’’ dos crimes cibernéticos chegou à fantástica soma de US$ 105 bilhões. Segundo a conselheira do Tesouro americano, Valeri McNiven, esta estimativa leva em conta crimes como fraudes, espionagem corporativa, manipulação de ações, pedofilia, extorsão virtual, pirataria, dentre outros.
No Brasil, segundo o Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), as tentativas de fraudes pela rede cresceram 579% em 2005. Em 2004, as fraudes bancárias e financeiras ocupavam modestos 5% do total de registros de incidentes, número que passou a 40% em 2005. Só os bancos e empresas de cartão de crédito acumularam prejuízo de R$ 300 milhões no Brasil, cerca de 150% a mais do que em 2004, segundo o último relatório da CERT.br. Até o final de 2006, a perspectivas no volume de perdas deve aumentar 20%, prevêem os analistas do Centro.
No objetivo de discutir formas de criar barreiras aos cybercrime no ambiente corporativo, bem como buscar ressarcimento de possíveis prejuízos, a InterNews realizou este seminário com grandes especialistas.
Tópicos abordados:
Os ataques mais comuns em ambiente web
Prejuízos causados às empresas do mundo virtual
Como seguir o rastro de hackers e crackers
Passos para implantar um sistema de segurança
O papel da certificação digital
Coleta de provas para comprovar fraudes
Medidas legais para identificação de criminosos em meios eletrônicos
Perícia digital como apoio na prova jurídica
Limites jurídicos para a investigação
Crimes eletrônicos e a posição dos tribunais
A prática da concorrência desleal e violação de segredo empresarial nos meios eletrônicos
Monitoramento de e-mails pelo empregador
Tipificação dos crimes virtuais em tramitação no Congresso Nacional
Como identificar e evitar incidentes de segurança em TI
Tendências sobre novas formas de ataque às corporações
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil)participou da realização do curso sobre Riscos Legais Enfrentados pelas Empresas pelo Uso Indevido de E-Mail e Internet, cujo programa está a seguir:
COMO SE PROTEGER DAS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS AOS CRIMES VIRTUAIS – Recuperação de Informações Digitais Métodos de identificação e rastreamento; Comprovação material; Preservação e alteração do corpo do delito; Autenticidade e Integridade da Prova; Técnicas de detecção de intrusos; Interceptação de comunicação informática;
COMO ESTABELECER UMA POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELETRÔNICO COM A FINALIDADE DE EXIMIR A EMPRESA DE RESPONSABILIDADE POR ATOS COMETIDOS PELOS EMPREGADOS Análise do Código de Ética e de Conduta Interna quanto ao uso de e-mails; A validade de políticas internas formais que estipulem a fiscalização eletrônica de correio eletrônico; Assinaturas, documentos, instrumentos digitais; A posição dos Tribunais; Direito Comparado.
BOAS PRÁTICAS DE MONITORAÇÃO E FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA DE E-MAILS NA EMPRESA - “Case” de sucesso
GARANTINDO A AUTENTICIDADE E O SIGILO NAS COMUNICAÇÕES DA EMPRESA SEM PERDA DA CAPACIDADE DE MONITORAÇÃO E FILTRAGEM DE CONTÉUDO E-mail seguro coorporativo; Certificação digital coorporativa; Criptografia e a Monitoração.
APLICAÇÃO DE DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA NOS CASOS DE PROBLEMAS GERADOS PELO USO INDEVIDO DE E-MAIL POR PARTE DOS EMPREGADOS A utilização indevida dos sistemas eletrônicos pelos trabalhadores; Possibilidade de Justa Causa pela utilização indevida de E-mail; O entendimento dos tribunais trabalhistas sobre a possibilidade de aplicação de justa causa; Aspectos importantes que devem ser analisados pelo empregador na decisão de aplicação da justa causa.
RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMININAL NA QUESTÃO DA MONITORAÇÃO ELETRÔNICA. Crimes e ilícitos mais comuns; Prova e responsabilidade civil; Proteção empresarial e os meios eletrônicos; Procedimentos de segurança; Monitoramento e termos de uso de e-mails.
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) participou da realização do curso de extensão universitária sobre prova e perícia eletrônica promovido por BRASILIANO & ASSOCIADOS e FACULDADE FECAP em São Paulo, nos dias 17 a 19 de Novembro de 2005, das 9 às 17:30 horas.
OBJETIVO
Apresentar e discutir aspectos conceituais e práticos sobre os riscos digitais crescentes que tendem a subjugar a sociedade moderna. Analisar distintos cenários empresariais e pessoais identificando os riscos tecnológicos e vislumbrando linhas defensivas. Delinear princípios da ciência forense. Estudar procedimentos e recursos tecnológicos empregados na investigação de ilícitos. Avaliar acertos e os erros ocorridos em análises forenses e estudo de casos.
PÚBLICO ALVO
Dirigentes de empresas, gerentes, juízes, advogados, peritos, analistas, investigadores, gerentes, coordenadores de segurança, auditores e consultores que precisam saber avaliar e ter desenvoltura ao lidar com os conflitos e confrontos inerentes aos fatos de natureza tecnológica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Os Tribunais, a Prova Digital e a Segurança da Informação: Perícia e Prova Eletrônica; Preservação, Privacidade, Responsabilidade Civil e Crimes Eletrônicos; Regulamentos Internos de Segurança da Informação e o Monitoramento de E-mails e atividades em sistemas; Concorrência Desleal; A atividade do perito e a lei processual.
2. Riscos e conflitos tecnológicos atuais e futuros na Sociedade Eletrônica.
3. A Ciência Forense, Propósitos da Investigação Pericial, Sobre Evidências Eletrônicas e Indícios, Prova e Perícia Eletrônica, Objetivos da Perícia, Quais são as Informações Relevantes?, Exame dos Fatos, Quesitos, Pareceres e Laudos Periciais.
4. A prática da Investigação Forense parte 1: Procedimentos e Recursos Tecnológicos Empregados na Detecção e Investigação de Ilícitos.
5. A prática da Investigação Forense parte 2: Estudo de casos. Avaliação de Erros e Acertos.
O Instituto Brasileiro de Peritos (IBP Brasil) apoiou a realização do Seminário "Mobile Banking", promovido pela UNICORP em São Paulo, no dia 08 de Novembro de 2005
Tema das Palestras*:
Palestrantes Convidados*:
Plataformas Tecnológicas e Soluções para Desenvolvimento do Mobile Banking
Antônio Wisnesky Diretor do Segmento Financeiro INTEL
Massayuki Fujimoto Especialista em Mobilidade SANTANDER
Aspectos e Implicações Legais e Regulatórias Decorrentes da Implementação dos Negócios de Mobile Banking
Esther Donio Nunes Presidente da Computer Law Association e Sócia do Escritório PINHEIRO NETO ADVOGADOS
Mobile Banking e Cartões: Convergência Tecnológica, Outsourcing e Sharing Services
Mauricio Ghetler Consultor de Tecnologia MG SYSTEMS
Segurança da Informação e Certificação Digital na Era da Moeda Móvel
Fernando Nery Sócio Fundador MODULO SECURITY
Case VIVO + EverySystems
Marco A. Garib Presidente e CEO EVERSYSTEMS
Case BankBoston + IBM + NOKIA + TIM
Jan Petter Enterprise Solution Manager NOKIA BRASIL
Sandra Boteguim Vice-Presidente de Produtos BANK BOSTON
Angelo Russomano Superintendente Executivo BANK BOSTON
A ADPO realizou em São Paulo no dia 06 de outubro de 2005 curso, com a participação do IBP Brasil, sobre Política de Segurança, Crimes Digitais e Softwares, abrangendo:
Políticas de Segurança: . Regulamentos; . Como elaborar; . Cuidados específicos; . Implementação; . Privacidade; . Responsabilidades; . Código Civil; . Código Penal; . Legislação; . Controle e Monitoramento; . Storage; . Questões controvertidas; . Direitos autorais; . Normas e parâmetros; . Deveres do administrador; . Uso de evidências.
Crimes Eletrônicos: . Principais tipos; . Adequação legal e enquadramento; . Provas; . Perícias; . Decisões; . Processos; . Preservação e alteração do corpo de delito; . Reflexos nas Políticas e Regulamentos; . Responsabilidades; . Competência; . Cases; . Privacidade.
Software: . Legislação; . Proteção; . Registros; . Contratos típicos; . Transferência de tecnologia; . Modalidades e licenças; . Licença Pública Geral (GPL); . Software livre e similares; . Direitos autorais; . Enriquecimento sem causa; . Fair use; . Sanções; . Processos e procedimentos próprios; . Perícias; . Indenizações; . Questões criminais . Bugs e o Código do Consumidor . Validade técnica; . Manutenção e suporte; . Contratos Eletrônicos; . Tributação; . Concorrência desleal.
Site
mantido pelo Instituto Brasileiro de Peritos em Comércio Eletrônico e Telemática
Ltda. Para qualquer informação, sugestão, esclarecimento ou contato, utilizar
tel: (11) 3938-3900. Para localização, veja
endereço. Consulte sempre nota legal e
orientação ao usuário. Copyright Instituto Brasileiro
de Peritos em Comércio Eletrônico e Telemática Ltda. ou seus licenciantes.
Proibida qualquer cópia ou reprodução. Este site encontra-se em desenvolvimento.
V12.1.M