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Brasil e sua inserção mundialNos próximos 18 meses abrem-se boas oportunidades para o Brasil concluir as reformas relativas a redução dos custos de produção, aumento da poupança interna e consolidação da reforma tributária, na opinião de Winston Fritsch, presidente no Brasil do Dresdner Bank. Fritsch participou esta semana de seminário promovido pela Sobeet na Amcham-SP. “Temos vantagem, pois o que o Brasil precisa fazer para reduzir sua fragilidade frente às oscilações do mercado internacional está alinhado com as exigências para melhorar a inserção no mercado internacional”, avaliou. De acordo com Fritsch, a desaceleração da economia mundial significa que os bancos europeus e norte-americanos não estarão interessados em aumentar suas taxas tão breve. Isso é positivo, pois taxas baixas garantirão que parte do capital do mercado internacional chegue ao Brasil e o País não tenha de realizar mudanças no seu regime cambial. “Esta é a melhor oportunidade para impulsionar as reformas”, analisou, sugerindo também o investimento em educação para aumentar competitividade. Sobre o que chama de “provavelmente a pior recessão em 20 anos”, o especialista diz que a movimentação para a integração internacional deve continuar e que está otimista com o Brasil. 6/9/01
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