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Tecnologia: Unbundling Regulamentar o unbundling (compartilhamento de redes) deve ser uma tarefa prioritária para a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A recomendação foi feita hoje durante a reunião do comitê de telecomunicações da Amcham-SP, que contou com a participação de Purificación Carpinteyro, vice-presidente de Relações Externas da Embratel. “O tempo é a essência”, disse Carpinteyro, ao defender a conveniência de se regulamentar o unbundling “o mais breve possível.” Apesar do unbundling já estar previsto em lei, a falta de regulamentação vem permitindo que operadoras locais – como Telemar, Telefônica e Brasil Telecom – não compartilhem suas redes para que empresas como a própria Embratel possam chegar ao consumidor final. “Precisamos disso para promover a competição”, enfatizou Carpinteyro. De acordo com a dirigente da Embratel, o compartilhamento de redes (ou seja, dos cabos que dão acesso a residências e empresas) permitirá que o consumidor tenha mais opções na hora de escolher os serviços de telecomunicações (internet, multimídia e outros). “Precisamos do unbundling porque não se vive mais em uma situação de monopólio”, concluiu Carpinteyro. Tecnologia DSL Os investimentos, no Brasil, em tecnologia DSL – que permite uma melhora na transmissão de dados na rede de cobre – foram de US$ 60 milhões em 2000 e devem chegar a US$ 200 milhões em 2001. Os números foram apresentados por José Torga, Gerente de Vendas Técnicas da Siemens do Brasil. 06/10/00
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